Trevas
Antes, era tão fácil dizer que te amava.
Era tão fácil como respirar e tão inevitável como o bater do coração.
Hoje, tudo mudou.
Um nó instalou-se na garganta e uma escuridão invadiu a minha alma.
O meu sol foi-se e com ele o brilho do meu olhar.
Restam-me as escuras sombras que tudo sufocam, tudo contaminam e de tudo desconfiam.
Não há volta a dar. Não há como fugir desta tenebrosa névoa que teima em envolver-me, fria, distante, perdida nas ilusões do que poderia ter sido e já não sou.
Quem anda nestas nas trevas, não vê, não confia, nem reconhece os raios de luz que por vezes tentam irromper. A essência perde-se, azeda e mirra, tornando muito difícil à confiança e à esperança brotar.
Principalmente quando quem tem o poder de voltar a iluminar a alma, também foi o responsável pela sua escuridão...
Era tão fácil como respirar e tão inevitável como o bater do coração.
Hoje, tudo mudou.
Um nó instalou-se na garganta e uma escuridão invadiu a minha alma.
O meu sol foi-se e com ele o brilho do meu olhar.
Restam-me as escuras sombras que tudo sufocam, tudo contaminam e de tudo desconfiam.
Não há volta a dar. Não há como fugir desta tenebrosa névoa que teima em envolver-me, fria, distante, perdida nas ilusões do que poderia ter sido e já não sou.
Quem anda nestas nas trevas, não vê, não confia, nem reconhece os raios de luz que por vezes tentam irromper. A essência perde-se, azeda e mirra, tornando muito difícil à confiança e à esperança brotar.
Principalmente quando quem tem o poder de voltar a iluminar a alma, também foi o responsável pela sua escuridão...
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